Leitura muito oportuna - e complementar ao post anterior - a matéria de The Economist reproduzida por Carta Capital, apresentando uma visão crítica sobre o tão propalado impacto dos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo:
O início dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 não apenas coloca em evidência a capital do Reino Unido, como também chama a atenção para questões mais amplas sobre o valor econômico dos “megaeventos” em geral. Avaliar o impacto líquido desses eventos sobre as economias anfitriãs é extremamente complicado, e há uma tentação dos países candidatos a sediar megaeventos a exagerar os benefícios esperados. Efeitos herdados de investimentos em infraestrutura e renovação urbana podem ter um valor duradouro, mas os argumentos para se realizar megaeventos somente em bases econômicas não são conclusivos. Leia mais.
"Não se pode conceber a possibilidade de administrar um país sem dados estatísticos, pois que, sem eles, tudo é feito arbitrariamente, sem fundamento, sem critério e com grave prejuízo para o povo, que é a vítima dos atos levianos dos que governam sem doutrina e dos que administram por vagas inspirações, sem dados positivos em relação aos diversos ramos do serviço público" [Júlio de Castilhos, 1889]
Cachê de Paul McCartney a R$ 3?
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| Cachê de McCartney teve o custo simbólico de 1 libra |
É sem dúvida uma louvável manifestação de patriotismo, considerando que sua participação engrandece o evento. Além disso, muitas outras pessoas trabalham como voluntários nas mais diversas funções, prática comum nestes eventos.
No entanto, pensando no custo das obras executadas pelo governo para as Olimpíadas (e já no contexto brasileiro para os próximos anos), outros prestadores de serviços não deveriam seguir o exemplo?
Ou os artistas erraram em trabalhar de graça?
Qual a sua opinião?
Acesse o texto original do Correio do Povo.
Conjunto de casas pode virar centro de cultura em Porto Alegre
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| Foto: Luísa Medeiros / Agencia RBS |
Confeitaria Rocco deverá voltar ao centro da Capital
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| Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS |
Chamada Pública Prodecine 01/2012 do Fundo Setorial do Audiovisual tem cronograma suspenso
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| Linha A é dedicada a operações de investimento na produção de filmes de longa-metragem |
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